A antologia "Comandante Serralves - Despojos de Guerra" será lançada no dia 21 de Setembro, na Arena Devir do Porto. Para ajudar a divulgar o lançamento, foi criado um thunderclap. Se quiserem aderir, basta ir ao seguinte link http://ift.tt/1ztYDsk Para quem não está familiarizado com o conceito, um thunderclap assemelha-se a uma campanha de crowdfunding, mas com duas diferenças chave: 1) não envolve dinheiro nem recompensas 2) se o objectivo for alcançado, a mensagem é colocada nas contas de redes sociais dos aderentes. Ajudem-nos a divulgar este projecto, aderindo ao thunderclap e pedindo aos amigos que façam o mesmo.
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
sábado, 23 de agosto de 2014
Cheguei ao Scoop.it!
Como alguns já devem ter reparado, agora tenho uma conta no Scoop.it! com dois tópicos.
Journeys of the Sorcerer será dedicado ao fantástico, à escrita, à cultura "geek" e outros interesses meus afins.
O IT será dedicado às tecnologias de informação, em especial ao software "open source", mas não só.
Para os verem e até seguirem, basta clicar nos links acima.
Journeys of the Sorcerer será dedicado ao fantástico, à escrita, à cultura "geek" e outros interesses meus afins.
O IT será dedicado às tecnologias de informação, em especial ao software "open source", mas não só.
Para os verem e até seguirem, basta clicar nos links acima.
domingo, 10 de agosto de 2014
Drácula (TV) (2013)
Antes de mais, convém salientar que esta série não é uma adaptação do romance de Bram Stoker. Há mudanças significativas à história e até de género, já que de terror pouco encontrei, à excepção de uma ou outra cena que dá mais ênfase ao "gore".
Porém, se conseguirmos ultrapassar isto, encontramos uma série relativamente bem escrita, com valores de produção elevados e interpretações, no geral, competentes.
Aqui, Drácula alia-se ao seu némeris, Van Helsing, para se vingar daqueles que mataram os entes queridos de ambos. Embora nenhum deles esteja acima de fazer uso de violência, o plano deles é destruir economicamente os inimigos, com uma tecnologia capaz de substituir os combustíveis fósseis. Isto traz à história um elemento steampunk (electropunk?) que certamente irá apelar aos fãs do género.
Antes que comecem a ver série, porém, tenho de avisar-vos que esta já foi cancelada e, infelizmente, termina num "cliffhanger". Merecia, pelo menos, um final melhor, se não mais uma época.
Contudo, se não se importarem com o final indefinido, acho que merece ser vista.
sábado, 26 de julho de 2014
Apresentação de "Comandante Serralves - Despojos de Guerra" amanhã no "Super Massive Warm Up Party do SciFiLx"
Depois do Central Comics Fest, o projecto "Comandante Serralves - Despojos de Guerra" terá uma nova apresentação, desta vez em Lisboa, no "Super Massive Warm Up Party do SciFiLx", pelas 16:00. Eu não poderei estar presente, mas tenho a certeza que os meus colega farão jus ao projecto.
sábado, 19 de julho de 2014
"The Sensorites" "Doctor Who" (1964)
Os fãs da nova série do Doctor Who poderão lembrar-se de uma referência feita no episódio "Planet of the Ood" a um planeta chamado "Sense-Sphere". É nesse planeta que se passa este seriado da série clássica, transmitido 44 anos antes.
Esta é uma das minhas histórias favoritas do primeiro doutor. Ao contrário do que acontece com outros seriados de seis episódios, aqui não existem episódios pouco relevantes só para encher a programação. O guião é dos melhores desta época com uma pequena conspiração que se vai revelando aos poucos e um final bastante interessante e algo surpreendente. O trabalho de cenografia também é excelente e confesso que houve vários cenários que me fascinaram, enquanto os actores fazem um trabalho competente, sendo, como é usual, Carole Ann Ford (a neta do Doutor) o elo mais fraco. Até o desenho dos alienígena (os "sensorites" do título) está relativamente bem feito se tivermos em contas as limitações da época e a sua primeira aparição chega a ser assustadora..
Se só poderem ver um episódio do primeiro Doutor, recomendo que seja este.
domingo, 13 de julho de 2014
Central Comics Fest 2014
Ontem estive no Porto na Central Comics Fest e devo dizer que saí de lá bastante agradado. Fora destes eventos, é difícil ter noção do interesse que existe em Portugal sobre este tipo de temática e, embora muito do que vi se centrasse mais no Anime e Manga, havia espaço para todas as expressões da cultura geek. Imaginem que até encontrei uma novela gráfica publicada pela Black Library sob chancela da há muito defunta "Warhammer Monthly".
Porém, embora me tenha divertido a assistir ao evento, fui lá especialmente para a apresentação do projecto Comandante Serralves, cuja primeira antologia inclui um conto da minha autoria. A hora já era tardia e o público escasso, mas foi uma excelente oportunidade para treinar os meus (poucos) dotes de apresentação.
Tenho de dar o meus parabéns à organização do evento. No próximo ano, se se repetir, lá estarei, com ou sem projecto para apresentar.
domingo, 15 de junho de 2014
Neverwhere (2013) (drama audio)
A imagem acima é da capa do dvd de uma série relativamente obscura dos anos noventa criada por Neil Gaiman e Lenny Henry e transmitida na BBC2. Embora ainda não tenha tido a oportunidade de ver a série televisiva, a minha recente curiosidade por dramas audio levou-me a experimentar a adaptação para radio de 2013.
A primeira coisa que salta à vista nesta produção, para além do nome de Neil Gaiman, é o elenco. Nomes como James McVoy, Natalie Dormer, Benedict Cumberbatch, Anthony Head, Christopher Lee, entre outros, não serão estranhos à maioria dos amantes de cinema e TV. Como seria de esperar de actores de renome como estes, todos fazem um excelente trabalho, mas penso que Head como Mr. Croup, Cumberbatch como Islington e David Harewood como Marquês de Carbás merecem especial destaque. Confesso que, de início, estranhei as representações exageradas, necessárias num meio em que não existe a imagem para ajudar actores, mas rapidamente me habituei.
A par com os actores, a personagens são provavelmente o melhor da produção. São, no geral, originais, com personalidades bastante distintas e com diálogos que, em alguns momentos, chegam a ser geniais. O mesmo se pode dizer do universo criado. Por outro lado, o argumento não é particularmente impressionante. Não é original, nem surpreendente e, embora faça o seu trabalho de conduzir as personagens do princípio ao fim da história, não me entusiasmou particularmente. Esperava mais de Neil Gaiman neste departamento.
No geral é um drama áudio interessante, que merece ser ouvido que mais não seja pelas interpretações das personagens. Pessoalmente, marcou-me por ter sido o meu primeiro drama áudio, que depois me conduziu a obras dentro do meio que me agradaram mais (nomeadamente as produções de Doctor Who da Big Finnish).
Não posso finalizar esta curta opinião sem falar um pouco do formato drama áudio em si. Embora no Reino Unido pareça ainda ter bastantes adeptos, em Portugal já foi há muito esquecido e chega até a ser vilipendiado como uma forma menor de contar histórias, quando comparado com os meios mais visuais. Pessoalmente, fiquei bastante surpreendido com a capacidade das representações e dos efeitos sonoros criarem imagens na minha mente, mesmo ao ouvir as produções em paralelo com outras actividades. São ideais para ocupar os momentos mais mortos do dia, como a corrida matinal ou a ida para o emprego/escola. São também óptimos para aqueles, como eu, que não conseguem ler e nem sequer olhar para um iPod em transportes públicos sem ficarem enjoados. Depois de Neverwhere, os dramas áudio entraram na minha vida e duvido que voltem a sair. Recomendo a todos que esqueçam os pre-conceitos e lhes dêem uma oportunidade.
A primeira coisa que salta à vista nesta produção, para além do nome de Neil Gaiman, é o elenco. Nomes como James McVoy, Natalie Dormer, Benedict Cumberbatch, Anthony Head, Christopher Lee, entre outros, não serão estranhos à maioria dos amantes de cinema e TV. Como seria de esperar de actores de renome como estes, todos fazem um excelente trabalho, mas penso que Head como Mr. Croup, Cumberbatch como Islington e David Harewood como Marquês de Carbás merecem especial destaque. Confesso que, de início, estranhei as representações exageradas, necessárias num meio em que não existe a imagem para ajudar actores, mas rapidamente me habituei.
A par com os actores, a personagens são provavelmente o melhor da produção. São, no geral, originais, com personalidades bastante distintas e com diálogos que, em alguns momentos, chegam a ser geniais. O mesmo se pode dizer do universo criado. Por outro lado, o argumento não é particularmente impressionante. Não é original, nem surpreendente e, embora faça o seu trabalho de conduzir as personagens do princípio ao fim da história, não me entusiasmou particularmente. Esperava mais de Neil Gaiman neste departamento.
No geral é um drama áudio interessante, que merece ser ouvido que mais não seja pelas interpretações das personagens. Pessoalmente, marcou-me por ter sido o meu primeiro drama áudio, que depois me conduziu a obras dentro do meio que me agradaram mais (nomeadamente as produções de Doctor Who da Big Finnish).
Não posso finalizar esta curta opinião sem falar um pouco do formato drama áudio em si. Embora no Reino Unido pareça ainda ter bastantes adeptos, em Portugal já foi há muito esquecido e chega até a ser vilipendiado como uma forma menor de contar histórias, quando comparado com os meios mais visuais. Pessoalmente, fiquei bastante surpreendido com a capacidade das representações e dos efeitos sonoros criarem imagens na minha mente, mesmo ao ouvir as produções em paralelo com outras actividades. São ideais para ocupar os momentos mais mortos do dia, como a corrida matinal ou a ida para o emprego/escola. São também óptimos para aqueles, como eu, que não conseguem ler e nem sequer olhar para um iPod em transportes públicos sem ficarem enjoados. Depois de Neverwhere, os dramas áudio entraram na minha vida e duvido que voltem a sair. Recomendo a todos que esqueçam os pre-conceitos e lhes dêem uma oportunidade.
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