No blogue "O Papiro de Sehshat" podem ler uma opinião sobre o "Almanaque Steampunk 2013" e os textos incluídos na secção de contos, incluíndo do meu "Antília - A Cidade Subaquática Portuguesa".
sábado, 9 de novembro de 2013
Conto da Minha Autoria na "Antologia Fénix de Ficção Científica e Fantasia - Volume II"
Foi lançada no passado dia 31 de Outubro o segundo volume da "Antologia Fénix de Ficção Científica e Fantasia", dedicada ao Halloween, onde, entre outros contos de autores portugueses, brasileiros, espanhois e argentinos, podem encontrar um meu intitulado "A Pergunta". A antologia está disponível gratuitamente em formato digital no Smashwords.
sábado, 14 de setembro de 2013
"The Keys of Marinus" "Doctor Who" (1964)
"The Keys of Marinus" é o quinto seriado da famosa e longeva série de fc britânica "Doctor Who". Na minha opinião, este é o seriado em que a série encontra o seu ritmo e a sua identidade. Se os seriados anteriores já tinham imensos elementos que aprendemos a associar a "Doctor Who", este é o primeiro que se apresenta como indubitavelmente "Who" (podemos defender que isto já ocorreu no seriado anterior "Marco Polo", mas como "Marco Polo" é um dos famosos episódios perdidos, que só se encontra disponível na forma de 30 minutos de fotografias acompanhadas por uma faixa áudio, é difícil dizer com certeza).
O seriado foi escrito por Terry Nation, o criador dos infames Daleks e autor do segundo seriado "The Daleks", e penso que aqui ele faz um trabalho superior ao da sua primeira tentativa, com a qual confesso que fiquei um pouco desiludido. A escrita é competente, por vezes até genial, e também confirmamos o que já parecia ser o principal talento de Terry: a criação de locais diferentes e extremamente imaginativos. Se em "The Daleks" tivemos uma floresta de pedra com animais metálicos em que os predadores caçavam através de magnetismo, aqui temos vários ambientes diferentes, dos quais destaco a ilha cercada por um oceano de ácido que se encontra sob ataque de inimigos que viajam em submarinos de vidro.
Infelizmente, este seriado, como uma boa parte dos episódios clássicos, está recheado de falhas de efeitos especiais e continuidade. Carole Ann Ford continua a ser o elo mais fraco no elenco, mas os restantes actores fazem um papel competente (se, obviamente, compensar-mos o estilo de representação da época, bem diferente da actual). A cenografia continua genial e é um dos elementos que mais apreciei.
"The Key of Marinus" rapidamente se tornou um dos meus seriados favoritos da série clássica de "Doctor Who". Despertou em mim um sentido de aventura que só "Doctor Who" consegue. Obrigatório para todos os fãs da série clássica e para os amantes da fc televisiva.
Iª Mostra Bibliográfica de Ficção Científica e Fantasia de Autores Portugueses
Estará presente durante todo o mês de Setembro na Biblioteca Almeida Garrett no Porto a Iª Mostra Bibliográfica de Ficção Científica e Fantasia de Autores Portugueses. É organizada por Álvaro Holstein e Marcelina Leandro. A não perder.
Texto da Minha Autoria no Almanaque Steampunk 2013
O meu texto intitulado "Antília - A Cidade Subaquática Portuguesa" será um dos publicados no Almanaque Steampunk 2013. Podem ver quais os outros autores seleccionados aqui.
O almanaque será lançado no dia 28 de Setembro na Euro Steam Con 2013 e, se tudo correr como previsto, estarei presente com alguns dos outros autores para uma sessão de autógrafos.
O almanaque será lançado no dia 28 de Setembro na Euro Steam Con 2013 e, se tudo correr como previsto, estarei presente com alguns dos outros autores para uma sessão de autógrafos.
sábado, 31 de agosto de 2013
"10.000 Anos Depois Entre Vénus e Marte" - José Cid (1978)
Quantos daqueles familiarizados apenas com o trabalho mais recente de José Cid imaginam que o popular artista português criou uma obra destas, tão influenciada pela ficção científica?
Confesso que não sou dos maiores especialistas em rock progressivo e afins, até porque é um género que só tenho vindo a explorar em anos recentes, mas, daquilo que conheço, não fica atrás de muito o que foi produzido lá fora nesta altura e neste género. A música tem momentos extremamente épicos e outros de delicada beleza. O trabalho de instrumentos é bastante competente e a voz de José Cid adapta-se surpreendentemente bem ao género. Apenas a letra parece destoar no conjunto, mas tal não se deverá principalmente à sua qualidade (ou falta de), mas ao facto de estar em português. Estamos demasiados habituados a ouvir músicas em inglês, onde até os versos mais parvos e foleiros soam "cool". Mas, a realidade, é que a letra de "10,000 Anos Depois Entre Vénus e Marte" não é particularmente pior do que o trabalho de muitas das bandas inglesas do género.
Um álbum que deve ser ouvido por todos os amantes de prog rock e afins, e por aqueles que procuram o pouco de ficção científica que existe na produção cultural portuguesa. Afinal, embora em Portugal esteja praticamente esquecido, este álbum está muito bem cotado no estrangeiro e não é raro vê-lo nos tops do género como um dos melhores de 1978.
domingo, 4 de agosto de 2013
Opiniões sobre a "Nanozine n.º 9" e a antologia "Lisboa no Ano 2000"
No blogue Leitora de Fim-de-Semana podem encontrar uma opinião em duas partes sobre todos os contos da antologia Lisboa no Ano 2000, incluindo o meu intitulado "A Fuga". Podem encontrar a primeira parte aqui e a segunda aqui.
Entretanto, também já podem encontrar opiniões sobre a Nanozine n.º9 no Goodreads, incluindo uma sobre o meu conto "A Máquina do Tempo". É só ir aqui.
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