domingo, 20 de janeiro de 2013
O Hobbit: Uma Viagem Inesperada (2012)
Sendo eu um grande fã dos três filmes da trilogia "O Senhor dos Anéis" (já os vi incontáveis vezes), para não falar dos livros, fui ver este filme ao cinema assim que pude. No geral, não desilude, mas confesso que não me entusiasmou tanto como os filmes de "O Senhor dos Anéis".
O tom deste filme é bem diferente, mais ligeiro e cómico, do da trilogia original, o que, para mim, tornou o filme menos envolvente e não me permitiu transportar para a Terra Média com tanta facilidade, embora melhore na segunda parte. Mesmo visualmente, existem diferenças notáveis quando comparado com a trilogia, o que arruína a ilusão de continuidade. Dito isto, os efeitos especiais estão brilhantes, provavelmente melhores que os de "O Senhor dos Anéis", e o filme está recheado de momentos memoráveis que se repetiram na minha cabeça durante vários dias depois de o ver.
A história, por seu lado, pareceu-me bem contada e, ao contrário do que eu receava, dado que "O Hobbit" é um livro relativamente pequeno, e sendo este filme apenas a primeira parte, não pareceu "esticada" nem recheada com palha. De facto, pareceu-me que este filme tinha menos cenas de paisagens que os filmes anteriores (não que eu me queixe quer de uma forma quer de outra).
A maior desilusão do filme, para mim, foi a banda sonora. Embora criada por Howard Shore, o mesmo compositor que trabalhou na trilogia "O Senhor dos Anéis", não a achei, nem de perto nem de longe, tão memorável. Porém, isto talvez se deva à estrutura do filme, que não se presta tanto ao uso de "leitmotifs".
No geral, não gostei tanto deste filme como dos três de "O Senhor dos Anéis", e atrevo-me até a dizer que não é um filme tão bom. Por outro lado, é extremamente divertido de ver, e junta-se sem dúvida à lista dos melhores filmes de fantasia de sempre. Um filme obrigatório para todos os fãs de fantástico, mas que, devido ao seu conteúdo mais ligeiro e cómico e às inúmera cenas "over the top" agradará também não fãs.
sábado, 19 de janeiro de 2013
Antologia "Lisboa no Ano 2000" já disponível nas livrarias
A antologia "Lisboa no Ano 2000", que inclui o meu conto "Fuga", já se encontra disponível nas livrarias. Os interessados poderão um excerto de cerca de 100 página aqui.
sábado, 12 de janeiro de 2013
Opiniões sobre Antologia "Lisboa no Ano 2000"
Já se encontram disponíveis na internet algumas opiniões à antologia "Lisboa no Ano 2000", onde se inclui o meu conto "Fuga". Podem encontrá-las nas seguintes ligações.
Livros Por Todo o Lado
O Sofá dos Livros
Intergalacticrobot
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Balanço (da escrita) do ano
Hoje, 2012 chega ao fim. Olhando para trás, é com prazer que vejo que foi provavelmente o meu melhor ano de escrita.
Embora tenha recebido algumas rejeições (o que não é necessariamente mau), foi o ano em que mais textos meus foram publicados/aceites. No início do ano, vi publicada uma reedição de "O Último" (originalmente publicado em 2009) na há muito esperada antologia Vollüspa. Ainda no âmbito desse projecto, escrevi a vinheta "As Perguntas que Atormentavam Pavel Karelin" para ajudar na divulgação (já agora, decidi escolher esse nome como um pequeno tributo ao jovem atleta de saltos de esqui russo, Pavel Karelin, que morreu num acidente de viação aos 21 anos).
Também no início do ano, o meu micro-conto "Vida Nocturna" foi um dos dez (de entre 280) seleccionados para ser exposto no campus do IST no Taguspark. Foi também publicado na Revista Bang n.º 13, o meu primeiro texto a entrar nesta publicação que sigo desde o início.
Em Setembro, durante a Euro Steam Con do Porto, foi lançado o Almanaque Steampunk 2012, onde se inclui um agregado de notícias fictícias da minha autoria intitulado "Portugal e o Mundo Interior". Foi nesse evento que tive a minha primeira sessão de autógrafos, juntamente com os restantes autores do almanaque, uma experiência interessante, tornada ainda melhor pela oportunidade que tive de rever amigos e conhecer pessoas que ainda apenas tinha visto na iternet.
Cerca de dois meses mais tardes, no Forum Fantástico (ao qual, infelizmente, não consegui ir), foi lançada a antologia "Lisboa no Ano 2000 - Uma Antologia Assombrosa Sobre uma Cidade que Nunca Existiu", onde se inclui um outro conto meu intitulado "Fuga", embora o livro só chegue às livrarias no início do próximo ano.
Também para o início de 2013 está planeado o lançamento da Fénix Fanzine n.º 2, onde, mais uma vez, vão poder encontrar um conto meu, o "Uma Demanda Literária".
Mas não foi só em termos que publicações que o ano que hoje termina foi um dos melhores para a minha escrita. 2012 foi dos anos em que mais escrevi. Para isto contribuiu o facto de eu ter encontrado a rotina de escrita mais apropriada para mim, que maximiza o uso das alturas do dia em que sou mais produtivo.
Gostaria, também, de referir que foi este o ano em que finalmente instalei o Linux na minha "Máquina de Escrever" (um computador que tenho aqui isolado do mundo que só uso para a escrita). Embora isso pouco contribua para a minha produtividade (bem sei que o interface livre de distracções do Gnome 3 e algumas funcionalidades do Libreoffice, como o autocomplete, me ajudam a escrever um pouco mais, mas acho que o efeito é mínimo) dá-me, como informático, um enorme prazer saber que praticamente só uso software livre em casa.
Depois deste pequeno balanço, resta-me apenas esperar que o ano de 2013 seja ainda melhor para a minha escrita e que esta chegue ainda mais alto. Daqui a um ano, aqui nos encontramos para ver se assim foi.
Embora tenha recebido algumas rejeições (o que não é necessariamente mau), foi o ano em que mais textos meus foram publicados/aceites. No início do ano, vi publicada uma reedição de "O Último" (originalmente publicado em 2009) na há muito esperada antologia Vollüspa. Ainda no âmbito desse projecto, escrevi a vinheta "As Perguntas que Atormentavam Pavel Karelin" para ajudar na divulgação (já agora, decidi escolher esse nome como um pequeno tributo ao jovem atleta de saltos de esqui russo, Pavel Karelin, que morreu num acidente de viação aos 21 anos).
Também no início do ano, o meu micro-conto "Vida Nocturna" foi um dos dez (de entre 280) seleccionados para ser exposto no campus do IST no Taguspark. Foi também publicado na Revista Bang n.º 13, o meu primeiro texto a entrar nesta publicação que sigo desde o início.
Em Setembro, durante a Euro Steam Con do Porto, foi lançado o Almanaque Steampunk 2012, onde se inclui um agregado de notícias fictícias da minha autoria intitulado "Portugal e o Mundo Interior". Foi nesse evento que tive a minha primeira sessão de autógrafos, juntamente com os restantes autores do almanaque, uma experiência interessante, tornada ainda melhor pela oportunidade que tive de rever amigos e conhecer pessoas que ainda apenas tinha visto na iternet.
Cerca de dois meses mais tardes, no Forum Fantástico (ao qual, infelizmente, não consegui ir), foi lançada a antologia "Lisboa no Ano 2000 - Uma Antologia Assombrosa Sobre uma Cidade que Nunca Existiu", onde se inclui um outro conto meu intitulado "Fuga", embora o livro só chegue às livrarias no início do próximo ano.
Também para o início de 2013 está planeado o lançamento da Fénix Fanzine n.º 2, onde, mais uma vez, vão poder encontrar um conto meu, o "Uma Demanda Literária".
Mas não foi só em termos que publicações que o ano que hoje termina foi um dos melhores para a minha escrita. 2012 foi dos anos em que mais escrevi. Para isto contribuiu o facto de eu ter encontrado a rotina de escrita mais apropriada para mim, que maximiza o uso das alturas do dia em que sou mais produtivo.
Gostaria, também, de referir que foi este o ano em que finalmente instalei o Linux na minha "Máquina de Escrever" (um computador que tenho aqui isolado do mundo que só uso para a escrita). Embora isso pouco contribua para a minha produtividade (bem sei que o interface livre de distracções do Gnome 3 e algumas funcionalidades do Libreoffice, como o autocomplete, me ajudam a escrever um pouco mais, mas acho que o efeito é mínimo) dá-me, como informático, um enorme prazer saber que praticamente só uso software livre em casa.
Depois deste pequeno balanço, resta-me apenas esperar que o ano de 2013 seja ainda melhor para a minha escrita e que esta chegue ainda mais alto. Daqui a um ano, aqui nos encontramos para ver se assim foi.
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
sábado, 22 de dezembro de 2012
Doctor Who - A Christmas Carol (2010)
Vi pela primeira vez este episódio, o especial de Natal de 2010 do Doctor Who, no final do Verão e prometi a mim mesmo nessa altura revê-lo quando a época natalícia chegasse. Foi o que fiz, e desconfio que se juntará ao meu rol de tradições natalícias.
De todos os especiais de natal de todas as séries que já vi, este é provavelmente do que mais gostei. É praticamente impossível não nos sentirmos novamente uma criança durante estes 60 minutos passados à frente da televisão, tão maravilhosos são, mas mesmo se desligarmos a nossa criança interior continua a ser um episódio brilhante.
Como o próprio título indica, a história é baseada no clássico de Dickens, cuja estrutura se adapta particularmente bem ao Doctor Who devido ao uso de viagens no tempo, e encontra-se extremamente bem contada, mostrando uma vez mais porque Steven Moffat é considerado um dos melhores escritores para televisão da actualidade. Todo o ambiente é bastante imaginativo, até para os padrões do Doctor Who. As prestações dos actores é competente, até a da inexperiente Katherine Jenkins, mas o veterano Michael Gambon destaca-se e o seu Kazran Sardick é uma das memoráveis personagens de todo o Doctor Who. A banda sonora é excelente, melhor que a de uma boa parte dos filmes que têm passado nos cinemas, e o mesmo pode ser dito da cenografia, da cinematografia e dos efeitos especiais.
É um episódio que merece ser visto por todos os fãs da série, e acredito que poderá impressionar até os não fãs. Recomendo-o vivamente.
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Opinião sobre o Almanaque Steampunk 2012
No blog jakolta podem encontrar uma opinião detalhada sobre os vários textos do Almanaque Streampunk 2012, incluindo o meu intitulado "Portugal e o Mundo Interior".
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