sábado, 14 de setembro de 2013

Texto da Minha Autoria no Almanaque Steampunk 2013

O meu texto intitulado "Antília - A Cidade Subaquática Portuguesa" será um dos publicados no Almanaque Steampunk 2013. Podem ver quais os outros autores seleccionados aqui.

O almanaque será lançado no dia 28 de Setembro na Euro Steam Con 2013 e, se tudo correr como previsto, estarei presente com alguns dos outros autores para uma sessão de autógrafos.

sábado, 31 de agosto de 2013

"10.000 Anos Depois Entre Vénus e Marte" - José Cid (1978)


Quantos daqueles familiarizados apenas com o trabalho mais recente de José Cid imaginam que o popular artista português criou uma obra destas, tão influenciada pela ficção científica?

Confesso que não sou dos maiores especialistas em rock progressivo e afins, até porque é um género que só tenho vindo a explorar em anos recentes, mas, daquilo que conheço, não fica atrás de muito o que foi produzido lá fora nesta altura e neste género. A música tem momentos extremamente épicos e outros de delicada beleza. O trabalho de instrumentos é bastante competente e a voz de José Cid adapta-se surpreendentemente bem ao género. Apenas a letra parece destoar no conjunto, mas tal não se deverá principalmente à sua qualidade (ou falta de), mas ao facto de estar em português. Estamos demasiados habituados a ouvir músicas em inglês, onde até os versos mais parvos e foleiros soam "cool". Mas, a realidade, é que a letra de "10,000 Anos Depois Entre Vénus e Marte" não é particularmente pior do que o trabalho de muitas das bandas inglesas do género.

Um álbum que deve ser ouvido por todos os amantes de prog rock e afins, e por aqueles que procuram o pouco de ficção científica que existe na produção cultural portuguesa. Afinal, embora em Portugal esteja praticamente esquecido, este álbum está muito bem cotado no estrangeiro e não é raro vê-lo nos tops do género como um dos melhores de 1978.


domingo, 4 de agosto de 2013

Opiniões sobre a "Nanozine n.º 9" e a antologia "Lisboa no Ano 2000"


No blogue Leitora de Fim-de-Semana podem encontrar uma opinião em duas partes sobre todos os contos da antologia Lisboa no Ano 2000, incluindo o meu intitulado "A Fuga". Podem encontrar a primeira parte aqui e a segunda aqui.

Entretanto, também já podem encontrar opiniões sobre a Nanozine n.º9  no Goodreads, incluindo uma sobre o meu conto "A Máquina do Tempo". É só ir aqui.


sábado, 27 de julho de 2013

"An Unearthly Child" "Doctor Who" 1963


Já há alguns anos, praticamente desde que comecei a ver a nova série do Doctor Who, que tenho andado para ver a série original. Finalmente, no mês passado, para ajudar a passar a espera até sair a caixa com a sétima época completa da nova série, decidi gastar 10£ na caixa com os quatro primeiros seriados (para quem não sabe, a série original Doctor Who era quase completamente constituída por seriados de vários episódios com 25 minutos cada um) de sempre.  Dou o dinheiro por muito bem empregue (aliás, já encomendei o dvd com quinto seriado).

"An Unearthly Child" é o primeiro seriado, aquele que introduziu alguns dos elementos mais icónicos da série. É verdade que os efeitos especiais estão datados, algo que não me incomodou muito pois estou habituado a ver velhos filmes de fc, e as prestações dos actores (com a possível excepção de William Hartnel, que interpreta o Doutor) chega a ser sofrível, mas ainda assim vale bem a pena ver, e não só pela sua importância histórica. O seriado está razoavelmente bem escrito e a cenografia é genial. Mais importante, provocou-me a mesma sensação de deslumbramento que qualquer episódio da nova série.

Convém, porém, salientar que a série, nesta altura, era bem diferente da nova. Os elementos básicos estão lá, mas o humor é muito menos predominante. O doutor nada tem a ver com as suas últimas três encarnações, quer na idade, quer em temperamento, chegando mesmo a ser cruel (se bem que ouvi dizer que ele "amolece" nos próximos seriados). E não há chave de fendas sónica.

Como o primeiro seriado de sempre de Doctor Who, "An Unearthly Child" é de visionamento obrigatório para os fãs maiss fervorosos da série e para os amantes da história da FC em televisão.

Conto da minha autoria na Nanozine n.º9


Saiu ontem o número 9 da fanzine Nanozine. Este número incluí um conto meu chamado "A Máquina do Tempo". Podem encontrar a versão electrónica desta revista aqui.

domingo, 7 de julho de 2013

Fundação - Isaac Asimov


A série Fundação dispensa apresentações. É uma das mais importantes obras do autor de Isaac Asimov e uma das mais conhecidas de todo o género. Duvido que exista fã de fantástico que não tenha, pelo menos, ouvido falar nela.

Fundação é o primeiro livro que Asimov escreveu nessa série. Trata-se de uma colecção de cinco contos, alguns deles partilhando personagens entre si, que descrevem os eventos mais importantes dos primeiros (aproximadamente) 150 anos da Fundação, uma organização criada com o fim de reduzir o número de anos de barbárie que se seguem à caída do Império Galáctico.

Aqueles que esperam longas descrições de fantásticas naves, tecnologias incríveis ou estranhos mundos alienígenas ficarão desiludidos, assim como quem procura acção ao estilo das Space Operas. Estas histórias são mais políticas, cheias de guerras de interesses e manipulação, e onde a terceira lei de Clarke tem um papel predominante.

Tenho dificuldades em escolher um conto favorito de entre os cinco. Posso dizer que o terceiro e o quinto, talvez por serem os mais longos, envolveram-me mais, mas os restantes estão igualmente bem escritos e as situações que descrevem, juntamente com os brilhantes desfechos, tornam-nos leituras igualmente interessantes.

Convém notar que a tradução me pareceu competente. Está, certamente, acima da média da colecção Argonauta.

Se procurarem nas feiras do livro, conseguem encontrar a Fundação a um preço bastante em conta. Recomendo que o comprem e leiam. Não é só uma das obras de FC mais conhecidas de todos os tempos, é também um leitura extremamente interessante. Mal posso esperar para deitar as minhas mãos ao próximo livro da série: "A Fundação e o Império".

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Em Nome de Sua Majestade


A "Osprey Publishing", uma das mais conhecidas editoras de livros de história militar, apercebeu-se finalmente que uma grande parte do seu público são fãs de fantástico. Como tal, tem vindo a lançar cada vez mais produtos dirigido a este segmento do mercado. Depois de vários lançamentos na colecção "Myths and Legends", lança agora este jogo de escaramuças com miniaturas com ambiente steampunk chamado "In Her Majesty’s Name".
Para além do livro, também já saíram várias miniaturas, estas produzidas pela "North Star". Se estão curiosos, podem encontrá-las aqui.