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quarta-feira, 29 de junho de 2011
O Turno da Noite
Para tentar perceber exactamente o que se pretende para este concurso, decidi ler este conto de João Barreiros e confesso que me agradou bastante. Dos poucos contos que li deste autor é, sem dúvidas, o meu favorito. De facto, desde "O Caderno de Pursewarden" de João Bengelsdorff, incluído na Bang n.º 2, que nenhum conto de um autor português publicado nesta revista me entusiasma tanto.
Toda a história tem um certo "feel" da FC de Verne, de que sou fã desde que me lembro, ao que é acrescentada uma mescla muito interessante entre a ciência e o sobrenatural. A sociedade criada para esta Lisboa alternativa é distópica e, em vários pontos, faz lembrar um Metropolis de Fritz Lang. Mas, sem dúvida, o que mais me agradou foram as descrições do funcionamento dos vários elementos tecnológicos, que, excepto no princípio do conto, fluem sem interromper a acção.
Vou, com certeza, enviar um conto para esta antologia, que mais não seja pelo gozo que me vai dar planear, pesquisar e escrever uma história nesta Lisboa que não foi nem nunca será.
P.S. - A imagem acima foi retirada do Memórias da Ficção Cientifica
domingo, 5 de junho de 2011
A Espada de Welleran
Lord Dusany é um nome incontornável da fantasia mundial. E este é o conto dele que mais apreciei, pelo menos dos que li até ao momento. Fala-nos do poder dos mitos e das lendas e da influência que têm na vida dos homens. Como podem proteger ou destruir.
O ambiente é excelente. A descrição da cidade de Merimna, em especial as estátuas, cheias de simbolismo, é fenomenal. A maneira como a história da cidade e dos seus herois nos é relatada está muito bem conseguida. E tudo escrito naquele estilo etéreo típico de Dunsany, que muitos tentam imitar, mas poucos (ou nenhuns) conseguem.
Para ser honesto, gostei mais deste conto do que qualquer um dos que se encontram no Livro do Deslumbramento. Infelizmente, ainda não tive tempo de ler os restantes contos que acompanham a Espada de Welleran, mas, depois de ler este artigo, vou tentar reservar algum tempo para o fazer.
Etiquetas:
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The Sword of Welleran and Other Stories
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