Mostrar mensagens com a etiqueta contos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta contos. Mostrar todas as mensagens

sábado, 7 de janeiro de 2017

Coleção "Fantasias Soltas" já disponível em eBook e papel


O meu novo livro "Fantasias Soltas" já está disponível em eBook e papel.

Aqui fica a sinopse:

"Esta coleção reúne todos os contos já publicados de fantasia histórica e contemporânea da autoria de Joel Puga. Criaturas bizarras, espíritos malignos, ruínas fantásticas e cemitérios assustadores são apenas algumas das coisas que encontrarão nestas páginas."

Podem encontrá-lo nas seguintes lojas:
Amazon Brasil
Amazon US
Amazon Spain
Kobo
Smashwords
Barnes and Noble
iTunes
Google Play
Livraria Cultura

Ficha Técnica

Texto - Joel Puga
Formatação - Joel Puga
Capa - Teamofdesigners
Revisão - nightwolfpt6

sábado, 16 de julho de 2016

Novo conto "Um Deus em Humaitá" disponível em eBook


O meu novo conto "Um Deus em Humaitá" já está disponível em formato eBook.

Aqui fica a sinopse:

"Durante a Passagem de Humaitá, um dos mais importantes momentos da Guerra do Paraguai, a intervenção de um deus guarani muda o curso da história. Para dois soldados em lados opostos, contudo, é um acontecimento catastrófico."
Podem encontrá-lo nas seguintes lojas:

Amazon Brasil
Amazon US
Kobo
Smashwords
Barnes and Noble
iTunes
Google Play
Livraria Cultura

Ficha Técnica

Texto - Joel Puga
Formatação - Joel Puga
Capa - Eunicegraphicx
Revisão - nightwolfpt6

domingo, 9 de agosto de 2015

Novo Livro "A Saga de Eu - Justiça Divina" disponível em eBook


O meu novo livro "A Saga de Eu - Justiça Divina" reúne cinco histórias do mesmo protagonista, um homem que luta tanto contra as forças do Inferno como do Céu. Aqui fica a sinopse:

"Céu, Purgatório e Inferno, os três reinos do pós-morte. Agentes de cada um deles tentam manipular os Homens, levando-os a fazer coisas que normalmente não fariam, para influenciar o seu destino final. Tudo para obter mais almas e ganhar vantagem na Guerra Eterna.

Não o posso aceitar. Não é justo que o local de repouso (ou tormento) eterno de uma pessoa seja determinado pelo que terceiros a levaram fazer. E luto para o impedir.

Aqui, relato algumas das minhas batalhas na guerra constante para impor uma justiça divina neste mundo, onde as próprias divindades são corruptas."

Podem encontrá-lo nas seguintes lojas:

Amazon Brasil
Amazon US
Amazon Spain
Kobo
Smashwords
Barnes and Noble
iTunes
Google Play
Livraria Cultura

Ficha Técnica

Texto - Joel Puga
Formatação - Joel Puga
Capa - Teamofdesigners
Revisão - fgameiro10

sábado, 11 de abril de 2015

Opinião sobre o meu conto "Uma Demanda Literária"



Outro dos contos incluídos na minha colectânea "Fantasias Negras e Outras Histórias" que já havia sido publicado anteriormente é o "Uma Demanda Literária", na fanzine "Fénix n.º 2" e na "Antologia Fénix de Ficção Cíentifica e Fantasia - Volume 1".

Aqui ficam algumas opiniões que foram dadas sobre o texto na altura.

"O conceito de lojas que viajam de lugar para lugar para mim não é novo, mas a sua execução foi boa. A referência às restantes aventuras de Cirio deram uma dimensão extra a esta demanda literária." in Goodreads


"O ponto forte do conto de Joel Puga é a solidez do espaço ficcional, notável por ter sido conseguida em tão poucas páginas. Isso, e o conceito encantador de um comerciante de livros que pode aparecer onde menos se espera." in Intergalacticrobot

Para adquirirem a colectânea "Fantasias Negras e Outras Histórias", onde encontrarão este conto acompanhado por mais quatro, basta seguir as ligações aqui.


domingo, 29 de março de 2015

domingo, 22 de março de 2015

Colectânea "Fantasias Negras e Outras Histórias" nos tops da Amazon


A minha colectânea "Fantasias Negras e Outras Histórias" chegou ao 4.º lugar do TOP de livros de Fantasia, Horror e Ficção Científica escritos em português da Amazon US. Também se encontra em 59.º no TOP de literatura em língua estrangeira do mesmo site. Obrigado a todos que o compraram.


sábado, 21 de março de 2015

Nova colectânea "Fantasias Negras e Outras Histórias" disponível em eBook



A minha colectânea "Fantasias Negras e Outras Histórias", que reúne cinco contos da minha autoria, já se encontra disponível em eBook. Aqui fica a sinopse:

"Esta coleção reúne cinco contos de fantasia.

O Último – Aterrorizado com a ideia da morte, um homem deixa-se contaminar pelo vampirismo de forma a prolongar a sua vida indefinidamente. Porém, quando as legiões do Céu e do Inferno se enfrentam na derradeira batalha, vê-se como o último ser humano na Terra. Deixar-se-á arrastar pacificamente para um dos reinos do pós-morte?

Sasabonsam – Durante a Guerra da Guiné, um grupo de guerrilheiros guineenses abate um avião português. Ao investigar os destroços, descobrem não só que o piloto sobreviveu, mas também que este não é humano. Intelectual, um dos guerrilheiros, vê-se obrigado a enfrentar o monstro, assim como o tribalismo que infecta as mentes dos seus camaradas.

O Castelo – Tomás recebe um convite de última hora, do seu primo Miguel, para a ceia de Natal. Porém, os motivos de Miguel são mais negros do que Tomás alguma vez poderia imaginar.

Susana – Após uma vida curta e desagradável, Susana enfrenta a morte. Recordando os seus dias na Terra, tenta deduzir para qual dos reinos do pós-morte será enviada. Porém, o seu destino final revela-se surpreendente, de mais de uma maneira.

Uma Demanda Literária – Na sua busca por livros raros, Cirio encontra a ilusiva livraria de Mormont, cuja localização muda regularmente, mas que se diz conter volumes quase impossíveis de achar. Contudo, mesmo depois de tudo o que passou para ali chegar, terá Cirio concluído a sua demanda?"

Podem encontrá-la nas seguintes lojas:

Amazon Brasil
Amazon US
Amazon Spain
Kobo
Smashwords
Barnes and Noble
iTunes
Google Play

Ficha Técnica

Texto - Joel Puga
Formatação - Joel Puga
Capa - Teamofdesigners
Revisão - Osnofasaid

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

domingo, 23 de março de 2014

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Feliz Natal



A Canção Errante de Natal
por Joel Puga

Com o som de flautas, a canção abriu os olhos. Estava num parque, rodeada de crianças a brincar e pinheiros cobertos com luzes multicoloridas.
Conforme as flautas construíam um crescendo, ela elevou-se acima da copa das árvores. Durante uns segundos de silêncio, ali ficou, parada, observando a cidade. Depois, iniciou-se uma batida ritmada, e a canção voou avenida abaixo. Havia pessoas por todo o lado, admirando as luzes nos arcos e nas fachadas dos edifícios, e, sempre que se cruzavam, diziam “Feliz Natal”.
Uma voz começou a cantar, acompanhando a batida, e a canção entrou num apartamento. Passou pelo pinheirinho, ornamentado com bolas, faixas e estrelas, e pelo pai, que preparava e decorava a mesa, até que chegou à cozinha, onde se sentia um cheiro a mel e a canela, e a mãe, ajudada por um rapaz e uma rapariga, preparava varias iguarias.
 Mal saiu do apartamento, a canção sentiu um forte impulso de ir para norte. Acima das nuvens, anjos contavam o pré-refrão, enquanto ela voava à velocidade do som.
Chegou ao pólo-norte, avistou a enorme fábrica do Pai Natal, e o refrão começou. Num gigantesco hangar, uma legião de diminutos elfos carregava com prendas centenas de trenós e alimentava as respectivas renas. Não muito longe, num anfiteatro, o Pai Natal original instruía os seus inúmeros clones e atribuía a cada um uma pequena parte da Terra. A canção até passou pela fenda que ligava o nosso mundo ao da imaginação, por onde, durante todo o ano, passavam os robôs gigantes, os dinossauros, os póneis cor-de-rosa e tudo o mais que os elfos usavam como modelo para os brinquedos que fabricavam.
O refrão terminou, e a voz começou a cantar um novo verso. A canção voltou ao sul, à cidade, onde a noite já havia caído. Pessoas sozinhas, casais, famílias inteiras andavam nas ruas, dirigindo-se às casas de familiares ou amigos. A canção viu-os ser recebidos com abraços e beijos, aos quais eles retribuíam com garrafas de vinho e travessas cheias de rabanadas, filhoses e sonhos.
No início de um novo pré-refrão, a canção entrou numa das casas. Viu adultos a falarem à volta da mesa, enquanto crianças brincavam debaixo dela. Alguém chamou da cozinha e alguns dos adultos deixaram a sala, voltando pouco depois com travessas cheias de bacalhau, polvo e peru. Todos se sentaram à mesa. Uma das mães acendeu as velas. E o refrão começou.
Durante horas, ficaram ali sentados, a comer, a conversar, a cantar músicas de Natal. No fim da refeição, ficaram em silêncio a ver um filme familiar. Até que chegou a hora das crianças irem para a cama. Os visitantes partiram, voltando para os respectivos lares, enquanto a mãe da casa foi deitar os filhos. Estes, a princípio, não conseguiam dormir, entusiasmados com as prendas que os esperariam de manhã no sapatinho, mas o cansaço acabou por os vencer. O refrão deu lugar ao solo. Durante a noite, todos os instrumentos conhecidos do homem tiveram o seu momento de ribalta.
A canção desceu à sala, chegando mesmo a tempo de ver um dos clones do Pai Natal teletransportar-se do telhado. Do saco, tirou duas prendas, pousando uma ao lado de cada um dos sapatinhos em cima da lareira. Depois, voltou a desaparecer.
Ao raiar do dia, as crianças acordaram, dando início ao refrão, correram escadas abaixo e abriram as prendas. Durante toda a manhã, brincaram com os novos brinquedos, enquanto o refrão se repetia uma e outra vez. Depois, chegou a hora do almoço. Com um talher numa mão e o novo brinquedo na outra, comeram as sobras da noite anterior, enquanto os pais se deliciavam com um prato de roupa velha.
O almoço prolongou-se até meio da tarde, quando os pais começaram a limpar a mesa. Foi então  que todos se aperceberam de que o Natal estava a chegar ao fim.
A última repetição do refrão deu lugar ao som de flautas. Exausta, a canção deixou a casa e flutuou de volta ao parque. Deitou-se debaixo dos pinheiros e, aos poucos, fechou os olhos, ansiosa por acordar de novo no próximo Natal.

FIM

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

"Herbert West – Reanimator" H.P. Lovecraft


Escrita como uma paródia a "Frankenstein", esta história é considerada como uma das piores do autor, inclusive pelo mesmo. Devo confessar que os elementos de paródia me escaparam, assim como não é uma das histórias do autor de que menos gostei, antes pelo contrário.

A influência de "Frankenstein" é inegável. Existem paralelismos óbvios entre as duas histórias, e as referências ao clássico de Mary Shelley são mais do que muitas. São porém, e embora partilhem a mesma ideia, no seu âmago, histórias diferentes. Enquanto em "Frankenstein" os aspectos mais mórbidos são deixados em segundo plano e se focaliza, em vez deles, os pensamentos e os sentimentos das personagens de forma a enquadrar moralmente a história e fazer passar a mensagem central, aqui tornam-se o centro das atenções. Não que não exista um aspecto moral em "Herbert West - Reanimator" na forma como nos são mostrados os pensamentos do narrador, o melhor amigo e assistente da personagem titular, mas as experiências e as criaturas que delas resultam são descritas com mais profundidade e estas são de uma natureza bem mais macabra. Nota-se que, ao contrário de "Frankeinstein", esta história foi criada principalmente para causar impressão e estranheza no leitor.

"Herbert West - Reanimator" consegue invocar com alguma eficácia terror e horror, e, embora a história seja contada em episódios temporalmente afastados, a evolução das personagens está bem conseguida. Mais talvez do que as criaturas e o desenrolar da história em si, o que mais me fascinou foi a forma como as experiências de West se tornam cada vez mais macabras e o narrador se horroriza cada vez mais com elas, ao mesmo tempo que se mostra incapaz de obrigar o amigo a parar ou sequer de o deixar.

Apesar de fraca recepção que teve, esta é uma das minhas histórias favoritas de H.P. Lovecraft e não foi só a mim que me fascinou, como provam as várias adaptações de que foi alvo.

sábado, 16 de novembro de 2013

sábado, 9 de novembro de 2013

Conto da Minha Autoria na "Antologia Fénix de Ficção Científica e Fantasia - Volume II"


Foi lançada no passado dia 31 de Outubro o segundo volume da "Antologia Fénix de Ficção Científica e Fantasia", dedicada ao Halloween, onde, entre outros contos de autores portugueses, brasileiros, espanhois e argentinos, podem encontrar um meu intitulado "A Pergunta". A antologia está disponível gratuitamente em formato digital no Smashwords.

domingo, 4 de agosto de 2013

Opiniões sobre a "Nanozine n.º 9" e a antologia "Lisboa no Ano 2000"


No blogue Leitora de Fim-de-Semana podem encontrar uma opinião em duas partes sobre todos os contos da antologia Lisboa no Ano 2000, incluindo o meu intitulado "A Fuga". Podem encontrar a primeira parte aqui e a segunda aqui.

Entretanto, também já podem encontrar opiniões sobre a Nanozine n.º9  no Goodreads, incluindo uma sobre o meu conto "A Máquina do Tempo". É só ir aqui.


domingo, 7 de julho de 2013

Fundação - Isaac Asimov


A série Fundação dispensa apresentações. É uma das mais importantes obras do autor de Isaac Asimov e uma das mais conhecidas de todo o género. Duvido que exista fã de fantástico que não tenha, pelo menos, ouvido falar nela.

Fundação é o primeiro livro que Asimov escreveu nessa série. Trata-se de uma colecção de cinco contos, alguns deles partilhando personagens entre si, que descrevem os eventos mais importantes dos primeiros (aproximadamente) 150 anos da Fundação, uma organização criada com o fim de reduzir o número de anos de barbárie que se seguem à caída do Império Galáctico.

Aqueles que esperam longas descrições de fantásticas naves, tecnologias incríveis ou estranhos mundos alienígenas ficarão desiludidos, assim como quem procura acção ao estilo das Space Operas. Estas histórias são mais políticas, cheias de guerras de interesses e manipulação, e onde a terceira lei de Clarke tem um papel predominante.

Tenho dificuldades em escolher um conto favorito de entre os cinco. Posso dizer que o terceiro e o quinto, talvez por serem os mais longos, envolveram-me mais, mas os restantes estão igualmente bem escritos e as situações que descrevem, juntamente com os brilhantes desfechos, tornam-nos leituras igualmente interessantes.

Convém notar que a tradução me pareceu competente. Está, certamente, acima da média da colecção Argonauta.

Se procurarem nas feiras do livro, conseguem encontrar a Fundação a um preço bastante em conta. Recomendo que o comprem e leiam. Não é só uma das obras de FC mais conhecidas de todos os tempos, é também um leitura extremamente interessante. Mal posso esperar para deitar as minhas mãos ao próximo livro da série: "A Fundação e o Império".